Banco do Brasil


Reconstruir um Sindicato de Lutas. Esse é o compromisso que a CHAPA 2 assume com os colegas do Banco do Brasil. Precisamos de um Sindicato que enfrente de verdade a direção do banco, apostando na mobilização dos colegas do BB, que têm demonstrado muita disposição para a luta e intensa participação nas atividades sindicais. A CHAPA 2 é composta por 14 empregados do BB que já demonstraram, ao longo de sua história no banco, disposição para lutar por melhores condições de trabalho para todos os colegas do Banco do Brasil. Afinal, o maior banco de nossa base necessita de uma grande representação de funcionários em nosso Sindicato.

Queremos nosso PCCS já! Não podemos admitir que o banco jogue no lixo toda  negociação sobre o tema, em troca de uma valorização insuficiente do piso e da farsa chamada PCR - que só beneficia alguns funcionários detentores de altos cargos dentro da empresa. Defendemos uma real progressão de salário por tempo de serviço e por mérito, equiparação do vencimento inicial ao piso do Dieese como forma de recuperar o poder de compra do bancário, e composição das perdas salariais acumuladas, critérios claros para comissionamentos e descomissionamentos (com o aprimoramento e real observação do aplicativo TAO), um novo modelo de PLR com distribuição mais igualitária dos lucros da empresa entre os funcionários, incorporação gradual do valor da comissão ao salário em um prazo máximo de dez anos, retorno do anuênio e jornada de seis horas para todos!

Lutar pela isonomia de direitos entre os colegas pré e pós 98 e também incorporados. Continuar pressionando o governo federal pela aprovação do Projeto de Lei da Isonomia, PL nº 6259/2005, que dispõe sobre a isonomia salarial, benefícios e vantagens dos empregados do Banco do Brasil S/A, da Caixa Econômica Federal, Banco do Nordeste S/A e Banco da Amazônia S/A.

Defendemos o fim imediato da lateralidade e o retorno das substituições remuneradas, com critérios claros e definidos para a escolha dos substitutos.

Direitos dos colegas incorporados - Nos últimos anos, assistimos as incorporações/aquisições de  outras instituições levadas a cabo pelo Banco do Brasil.  A exemplo de outros estados, em Santa Catarina  testemunhamos até hoje o desrespeito da empresa com vários direitos dos colegas incorporados  (especialmente com aqueles que não aderiram ao seu regulamento de pessoal). Continuaremos exigindo e lutando, sem descanso, pelo reconhecimento dos direitos desses colegas: contagem do seu tempo de serviço, o direito de realizar a opção de ingressar tanto na Cassi quanto na Previ, o direito de fazer carreira com a manutenção da habitualidade e da estabilidade para aqueles que não migraram, piso e PLR iguais para todos independente da migração, etc.

Assédio Moral e Sexual - Propomos um firme combate a todas as formas de manifestação de assédio no  ambiente de trabalho, com a rigorosa  investigação das denúncias e punição aos  eventuais responsáveis. O Banco do Brasil deve efetivamente fazer funcionar os Comitês de Ética recém- instaurados para essa finalidade com paridade de representantes dos funcionários e da empresa.

Cassi - O banco deve resolver de uma vez por todas os problemas da Caixa de Assistência (rede credenciada insuficiente, indeferimento de procedimentos, reabertura das Clinicassi fechadas, etc). Além disso, queremos um Plano Odontológico de verdade, e não o produto de péssima qualidade oferecido pela Odontoprev. Pelo fim da co-participação para todos os associados.

Terceirizados - Pelo fim dos Correspondentes Bancários e das  Agências Complementares, que  causam a precarização dos serviços oferecidos  à população e das relações de trabalho. Serviços bancários devem ser prestados aos clientes por bancários treinados e em número suficiente.

Previ - Mais do que nunca, devemos lutar pelo fim dos desmandos dentro de nosso Fundo  de Previdência. Defendemos a revogação do Voto de Minerva, a revisão/melhoria efetiva de todos os benefícios pagos aos colegas do Plano 1, a anulação da ilegal resolução CGPC 26 e a devolução por parte do Banco das parcelas do superávit que foram indevidamente subtraídas da reserva especial. O BB não é participante da Previ, é patrocinador – a reserva especial, por força de lei, só pode ser utilizada para pagamento de benefícios. Tirem as mãos de nossas aposentadorias!


Manutenção de direitos dos afastados - Pela manutenção da comissão e de todos os demais direitos (vale- alimentação, vale-refeição, PLR) para os afastados por motivos de saúde. É inaceitável que o colega adoecido  (muitas vezes seu afastamento tendo origem em doença causada pelo trabalho ou doença grave) veja suas verbas e eventualmente sua comissão sendo retirados pela empresa. Ninguém pede para ficar doente. Não podemos admitir que no momento de maior necessidade, o colega do BB veja suas verbas sofrerem uma redução imoral e injustificável.

Reestrurações - Vamos continuar lutando contra todas as centralizações/reestruturações que tragam prejuízo   aos empregados e aos serviços (como as centralizações da Gecoi/CSO, o Projeto BB 2.0, etc).  Não admitiremos transferências/descomissionamentos arbitrários por parte do Banco do Brasil.


Metas - Defendemos o fim do martírio das metas no Banco do Brasil que hoje toma conta dos ambientes de trabalho, levando um número cada vez mais alarmante de colegas  ao adoecimento e, em alguns casos, até mesmo à morte.  Entendemos que o Banco do Brasil, como banco público,  deve focar sua atuação no desenvolvimento de nosso país.