Caixa
Reconstruir um Sindicato de Lutas. Esse é o compromisso que a Chapa 2 assume com os Empregados da Caixa Econômica Federal. Precisamos de um sindicato disposto a cobrar da empresa as principais questões de nossa pauta específica, como Isonomia, fim das discriminações no PFG, retorno da cesta e dos tíquetes para os aposentados, transparência nos PSIs e exigência de critérios objetivos para a retirada de funções técnicas. Nossa chapa conta com 11 colegas da Caixa que, além de conhecer a fundo nossas demandas, já demonstraram, ao longo de sua história, disposição para lutar por melhores condições de trabalho e de vida para todos os colegas da Caixa Econômica Federal.
Sindicato forte e independente - Todos nós sabemos que grande parte dos sindicatos do país têm uma relação de atrelamento ao governo que acaba prejudicando os trabalhadores. Convocamos a todos (as) os (as) colegas para nosajudar a fazer com que o Sindicato dos Bancários de Florianópolis e Região volte a ser um sindicato independente e autônomo em relação ao governo, partidos e ao patronato para que, junto com outros sindicatos corajosos, possamos virar esse jogo e fazer com que a pauta específica dos empregados da Caixa seja levada a sério.
Reconstruir a unidade - Muitas vezes o conceito de unidade é utilizado de forma distorcida para fazer com que as pessoas aceitem tudo como está. É a política do fato consumado. Precisamos de um sindicato que trabalhe sim pela unidade de todos os empregados, mas que ao mesmo tempo mantenha sua capacidade crítica para corrigir equívocos cometidos nas últimas campanhas salariais. Para tornar isso realidade, vamos manter contato permanente com a categoria, e assumimos o compromisso de realizar reuniões mensais com os delegados sindicais da Caixa, garantindo oxigenação constante e muito mais força na defesa de nossos direitos.
Recuperação das perdas - Intensificar a luta em busca da reposição das perdas salariais do governo FHC que através da política de reajuste zero e abono, achatou nossos salários diminuindo o nosso poder de compra.
Isonimia - Para os Pós-98 já! Assumimos o compromisso de fortalecer a luta pela recuperação de conquistas históricas. Os empregados que entraram na empresa a partir de 1998 não têm direito a licença-prêmio (18 dias por ano) e o adicional por tempo de serviço (1% sobre o salário básico a cada ano trabalhado), além de não regulamentadas as APIPS que precisam ser renovadas a cada ano para esses empregados, através do acordo específico.
Carreira - Defendemos a necessidade de permanente discussão da carreira na Caixa, que não pode se esgotar apenas com a unificação de tabelas salariais. Lutaremos pela valorização do salário base. Defendemos critérios justos e transparentes tanto para designação quanto para retirada das funções gratificadas. Temos que exigir da Caixa compromisso para que seja implementada anualmente a avaliação de desempenho para promoção por merecimento. A distribuição de deltas por merecimento deve ser permanente e os critérios estabelecidos antes do período de avaliação.
Fim da discriminação aos colegas do REG/REPLAN - A direção da Caixa ataca o direito dos colegas que não optaram pelo novo plano da Funcef, marginaliza os empregados não permitindo que esses integrem a tabela salarial unificada 2008 e ocupem cargos no PFG. Os colegas ficam estagnados na empresa impedidos de seguirem carreira num notório processo de punição e exclusão. Buscaremos todas as alternativas políticas e jurídicas para defender os colegas que estão nessa situação.
Mais empregos - Vamos lutar para que a Caixa acelere o processo de contratação de novos empregados, tendo como base o cumprimento integral da cláusula do acordo coletivo que determina o aumento de cinco mil trabalhadores. Entendemos essa luta como ferramenta fundamental para enfrentar o adoecimento causado pelo excesso de trabalho e para o fortalecimento da empresa.
Seis horas sem redução salarial - Não concordamos com a política da Caixa quando da implementação do PFG que reduziu para 6 horas a carga horária de diversos cargos com redução salarial. Vamos defender os empregados que ficaram no PCC para não terem essa diminuição salarial.
Manutenção da função na Licença Médica - Vamos lutar para que o empregado da Caixa em licença médica por um período superior a seis meses não corra risco de perder a sua função ou tenha qualquer outra perda.
Incorporação da função - Lutaremos para que seja garantida a incorporação de 20% da função a cada 2 anos de exercício chegando aos 100% de forma gradual quando completar os dez anos de exercício.
Aposentados e pensionistas - Vamos lutar para que os aposentados tenham os mesmos direitos dos empregados da ativa. Daremos prioridade na busca da recomposição do poder de compra dos aposentados e pensionistas, com extensão de todos os direitos como o auxílio-alimentação e cesta-alimentação.
CTVA - Vamos lutar para que seja reconhecido o CTVA como verba salarial para fins de aporte à FUNCEF, aos que saldaram, bem como aos que permanecerem no REG/REPLAN.
Defesa da Caixa enquanto Banco Público - O Sindicato precisa ter capacidade de dialogar com toda a sociedade para fazer a defesa da Caixa enquanto banco público. Essa é a razão de ser de nossa empresa, e há sempre os que têm interesse em reabrir o debate da privatização. Nossa gestão estará preparada para defender a Caixa perante a sociedade enquanto banco público e, internamente, pressionar para que, além da atenção para o conjunto dos empregados, parcela significativa do lucro da empresa seja destinada para políticas públicas, buscando o desenvolvimento do país e reduzindo as desigualdades.
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